Não é raro encontrar alguém assustado observando uma fissura
na parede de um prédio, ou no piso de uma garagem. Logo vem a pergunta: e essa
rachadura aqui? Não existe rachadura, e sim uma junta de dilatação.
Devido as trocas de temperaturas, os materiais se dilatam ou
contraem, alguns mais, outros menos. O concreto é um deles. No calor ele expande,
e no frio ele contrai. Por isso as estruturas e panos de laje precisam de uma
junta de dilatação. Um prédio grande por exemplo, na verdade pode ser “dois
prédios” unidos. Um edifício concebido com duas ou mais estruturas separadas.
Além das trocas de calor, existe também a acomodação das estruturas, que devem ser previamente calculadas para evitar que fissuras possam causar danos a elas.
Além das trocas de calor, existe também a acomodação das estruturas, que devem ser previamente calculadas para evitar que fissuras possam causar danos a elas.
É muito normal ver juntas de dilatação em grandes
supermercados, pontes de concreto, até em calçadas, onde pode-se observar a
utilização de madeira para separar panos diferentes de concreto para evitar
fissuras.
O rejunte da cerâmica – espaço entre elas vulgarmente
chamada de “fuga” – nada mais é do que uma junta de dilatação.
Existem diversas maneiras para se trabalhar uma junta de
dilatação, como por exemplo: réguas de madeira, réguas de metal, de plástico e
até mesmo isopor. Estas peças promovem a separação (criam um espaço) em
materiais como concreto, cimento etc. para acomodar a movimentação.
Eis aqui uma miniatura que mostra exatamente a função da junta e como deve ser executada:
Vejam algumas fotos abaixo de juntas de dilatação:
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