Técnicas saudáveis: Por que temos perdido?

   Os europeus e os alemães tem técnicas construtivas interessantes na questão da sustentabilidade de suas edificações. Eles trouxeram para o Brasil algumas dessas práticas que estão sendo deixadas de lado. O porquê? Acredito que economia de custos.
    No século IXX era comum a construção de casas com porões e áticos, janelas com ventarolas, fundações bem protegidas etc. 





Os áticos (sótãos) minimizavam as trocas de calor entre telhado e a estrutura da cobertura. 







Os porões cuidavam das trocas de calor entre o solo e o assoalho.











* Estas edificações possuem ambas técnicas:












    Claro que hoje em dia talvez as pessoas não queiram mais construir casas no estilo alemão ou europeu, haja visto as tendências modernas no estilo das construções.
   Mas é possível resgatar um pouco desse conhecimento e aplicar nos projetos modernos. A boa arquitetura é aquela capaz de aliar o que é belo, o funcional, o sustentável e o baixo custo.
     A falta da utilização dessas técnicas construtivas citadas acima, aliadas à falta de mão de obra qualificada acabam gerando patologias como umidade e fissuras, ou mesmo falta de conforto devido à inexistência de ventilação e iluminação natural.
     Vale a pena ousar e tentar resgatar tais técnicas.



Piso em Resina de Poliuretano

   Vinda para o Brasil diretamente da Holanda, a técnica de fazer piso em resina autonivelante traduz beleza, suavidade, bom gosto, design, etc.
  Este piso é ideal para aplicação em grandes superfícies, que não possuam emendas ou juntas, e que sejam totalmente uniformes. 
  Graças a alta resistência pode ser usado em hospitais, clínicas, depósitos, etc. Devido a beleza e suavidade é excelente para aplicação em residências.
  Higiene e facilidade de limpeza são um dos benefícios adicionais ao piso que custa a partir de R$ 130,00 o metro quadrado.
  Pisos livres de rejuntes ou juntas de dilatação fazem qualquer ambiente parecer maior.
  A técnica consiste na aplicação - espalho - da resina líquida de poliuretano diretamente no contrapiso nivelado e seco com espátula.
  Após a secagem são aplicadas demãos de tinta de poliuretano e outras de resina. 
  O resultado nada mais é do que arte, a possibilidade de personalização é infinita.
  A Empresa que trouxe a técnica para o Brasil, comercializa e aplica - ou indica profissional que o faça - é a Resinfloor, veja em resinfloor.com.br.

  Vejam abaixo algumas imagens do produto acabado:





Luminotécnica - Projeto de Iluminação

    Sempre foi preocupação do homem, prover meios adequados para suprir a carência de luz natural em suas moradias. 
    No início com o fogo, hoje com projetos específicos de iluminação, incluindo - de preferência – o uso de meios naturais, diferentemente do homem imemorial. 
    A luz tem um forte poder sobre as sensações humanas, interferindo inclusive no estado de humor de quem a ela é exposto. 
    A iluminação pode dar forma aos objetos, valorizar espaços, conduzir nossos olhares e destacar elementos de interesse. 
    Conforme definição “A luz é uma onda eletromagnética, cujo comprimento de onda se inclui num determinado intervalo dentro do qual o olho humano é a ela sensível.”



    Não é qualquer profissional da área da construção civil que pode elaborar um bom projeto de iluminação, haja vista a quantidade de fundamentos que se aplicam para esta arte. Só para se ter uma noção, é indispensável ter domínio sobre características das lâmpadas, fatores de influência na qualidade da iluminação (que abrange: nível de iluminância adequada, limitação de ofuscamento, proporção harmoniosa entre luminâncias, efeitos luz e sombra, tonalidade de cor da luz, reprodução de cores etc.) e fatores de desempenho, entre outros.     
    Denise Fernandes Miguel Freitas, diretora da Estiluz Tatuapé. Formada em Design de Interiores com especialização em Luminotécnica pela Faculdade de Belas Artes de São Paulo oferece dicas do que deve-se ou não fazer nesta questão. Veja abaixo:

10 COISAS QUE RECOMENDO

1. Procure sempre um designer ou um arquiteto para criar junto com você o projeto ideal. 
2. Utilize sempre a iluminação de acordo com a distribuição dos móveis do seu ambiente. 
3. Equilibre a escolha das luminárias conforme as cores da decoração. Um local com piso e paredes escuros necessita de mais iluminação. 
4. Busque o equilíbrio no consumo de energia mesclando lâmpadas de LED, fluorescentes e halógenas, evitando as antigas incandescentes. 
5. Defina e calcule a iluminação exata para cada ambiente de acordo com sua finalidade (conforto, leitura, aconchego, trabalho etc.). 
6. Utilize o modo de iluminação que mais lhe agrada. Difuso, nos casos de espalhar a iluminação geral no ambiente (plafons, lustres, abajures) e o focado, nos casos onde se quer direcionar e evidenciar uma determinada região do ambiente (embutidos e spots). 

7. Conte com dimmers (dispositivos que variam a intensidade da corrente, alterando a intensidade da luz) no seu ambiente. Ele consegue proporcionar várias sensações sem a necessidade de diferentes luminárias. 

8. Utilize abajures e luminárias de chão para incrementar o ambiente e ao mesmo tempo a iluminação. É um jeito prático e fácil de deixar o local mais iluminado sem precisar de instalação. 
9. Contrate um bom profissional. Uma boa instalação proporciona uma vida útil maior em lâmpadas e na própria luminária. 
10. A escolha da luminária certa pode transformar um ambiente mais simples em um totalmente diferente, sofisticado e com a sua cara. 

10 COISAS QUE NÃO RECOMENDO 

1. Misturar fluorescentes e halógenas no mesmo ambiente, principalmente pela grande diferença de tonalidade. 
2. Utilizar lâmpadas frias em lustres de cristais, pois acabam impedindo a refração. 
3. Deixar de verificar a tensão e fiação de sua residência, pois quando estão em más condições, as lâmpadas queimam constantemente e o consumo aumenta. 
4. Contratar pessoas não qualificadas para fazer a instalação. Um serviço mal feito pode danificar sua luminária. 
5. Esquecer de integrar o acabamento da luminária com a decoração do ambiente. O resultado precisa ser harmonioso. 
6. Colocar pendentes em ambientes de passagem, pois podem atrapalhar e causar acidentes. 
7. Instalar lâmpadas dicroicas diretas (voltagem 127V). A vida útil é muito curta e não iluminam corretamente, além de possuírem um tom muito amarelado. 


8. Usar lâmpadas incandescentes, pois aquecem o ambiente e não iluminam tanto quanto as halógenas, por exemplo. 

9. Utilizar produto de limpeza em luminárias cromadas. Isso danifica a pintura. Para limpar e dar brilho use somente cera para carro, com silicone. 
10. Colocar pendentes em ambientes abertos, pois podem balançar como vento e ser danificados. Fonte: Revista em Casa – Edição 93. 

    Então, como sempre a minha dica é: contrate um profissional habilitado, que tenha experiência e portfólio comprovado. Faça sempre o projeto de mobília e layout primeiro.                Somente após a iluminação pode ser pensada. Jamais o contrário.

Qualidade na construção civil


   Um dos maiores problemas enfrentados pelas empresas – o que não é algo novo – é a falta de qualificação da mão de obra, em especial no Brasil, e mais que especial na área da Construção Civil. Esse lamentável fator impede o crescimento de empresas e a expansão de muitos negócios, que ficam limitados e condicionados ao produto que pode ser entregue, e não ao que deveria ser entregue. Mas essa questão não é culpa apenas do modelo educacional no país, que não é apenas falho – diria trágico – devido ás políticas públicas no quesito modelo e investimentos  na educação, mas também da própria mão de obra – cultura versos comprometimento -.
    
    Tenho minhas convicções no tocante (qualidade x formação). Creio ainda que o que falta é força de vontade de fazer melhor, de superar a si próprio. Quem quer, consegue fazer bem feito, independente da falta de oportunidade de acesso ao ensino típico, em um banco escolar. 


   O custo de fazer bem feito é o mesmo de fazer o mal feito. Por isso, o que vale ainda é a experiência e o acompanhamento dos serviços que estão sendo executados.
    
 As construtoras estão usando equipamentos com tecnologia de ponta e acompanham cada etapa da obra, apresentando indicadores de desempenho, desperdício, entre outros.
   
 Algumas delas, por exemplo, investem em departamentos de engenharia, cuja rotina é a busca pela melhoria contínua dos processos e das técnicas construtivas aplicadas na obra. Isso não era algo comum há pouco tempo atrás no ramo da construção civil no país.


    Avalio ser necessário saber influenciar e despertar no operacional o padrão de qualidade proposto pela sua empresa, porém, isso tem um preço. Então, é necessário oferecer o retorno que os seus liderados esperam. Maiores recursos, melhores humanos.
   
    Outro desafio a ser superado – quando se trata de qualidade na construção civil - continua sendo a satisfação dos clientes. Vivemos a era “foco no cliente” - ter produto a venda, com qualidade e preço competitivo não é mais o condicionante para sucesso no mercado – e sábias as empresas que já se anteciparam na preparação da sua equipe para essa ação.
   
    O cliente tem se tornado o melhor indicador de qualidade. Saber ouvi-lo e principalmente moldar os novos projetos visando à melhoria frequente é questão de sobrevivência. 

Destino do Blog


Olá meus queridos amigos leitores.

Incialmente gostaria de lhes explicar algo que vem me causando certa preocupação: o fato de o meu blog ser intitulado “projeto arquitetônico” e pouco – ou quase nada – eu ter falado sobre, nos últimos tempos.

Eu sempre gostei de falar sobre assuntos que eu domino, e na oportunidade do nascimento deste blog, eu atuava como projetista civil, em uma empresa de engenharia. Eu costumava compartilhar como vocês aquilo que vivenciava diariamente.

Hoje não mais como projetista, mas ainda trabalhando na área - em uma construtora - sou responsável pelo Serviço de Atendimento ao Cliente - pós chaves, nomenclatura que identifica aquele cliente que já recebeu seu imóvel. Ou seja, respondo pelas garantias dos empreendimentos entregues.

Confesso ser uma empreitada excitante, tenho percebido ainda mais a importância dos projetos – e principalmente na compatibilização destes (tema já abordado neste blog em postagem anterior) – pois o serviço final sempre poderia ser melhor. Por questão de ética profissional é claro que não posso compartilhar os problemas encontrados no dia a dia do meu trabalho, mas vou procurar sempre fazer surgir postagens a partir de temas ligados ao que percebo na minha rotina.

Até breve!

Abraços.

Compra de imóveis na planta - alterações/vistoria/recebimento.

    Hoje em dia é comum a compra de imóveis na planta. É claro que deve se tomar alguns cuidados com a escolha da empresa onde se deseja adquirir o imóvel. Deve-se procurar construtoras e incorporadoras com nome conhecido no mercado, que tenham parcerias com instituições confiáveis - como a Caixa Econômica Federal por exemplo - e que tenham históricos positivos de entrega de empreendimentos.
    Após a compra é muito importante ficar atento ao prazo de modificações oferecido pela construtora. Normalmente após passar o prazo estipulado as construtoras não aceitam mais as alterações, ainda que não tenha sido finalizado o imóvel. 
    As construtoras tem por hábito dispor aos clientes uma lista com o que é possível alterar, juntamente com uma planilha de custos para estas modificações. Após serem aprovadas pelo cliente e departamento de engenharia/sac é feita a cobrança para posteriormente encaminhar para execução.
    Essas modificações variam de empresa para empresa, e principalmente do processo construtivo em si - alvenaria convencional tem mais flexibilidade do que a alvenaria estrutural por exemplo.


    Passada a fase da solicitação das alterações é a hora de aguardar a finalização do empreendimento, algumas incorporadoras permitem visitas previamente agendadas com o departamento de sac, outras limitam o acesso a vistoria do imóvel acabado. Vale o que esta descriminado em contrato. É bom ficar atendo na hora da compra para evitar surpresas.
    Finalizado o empreendimento, normalmente quem faz o contato com o cliente é o sac, que convida para a vistoria do imóvel. Nesta vistoria o cliente deve ficar atento para algumas dicas:
* levar balde para jogar água nos box e banheiro e sacadas - para verificar se a queda esta para o ralo. Se não estiver anotar na vistoria e exigir o reparo;
* levar bolinha de gude ou alguma ferramenta para verificar se há cerâmicas soltas;
* as imperfeições na tinta e parede (tais como falhas ou fissuras) devem ser visualmente verificadas, com iluminação natural, sem ajuda de equipamentos, haja visto que a construção de um edifício é algo artesanal, não repetitivo, executado com mão de obra migrante, então vá com calma nas exigências. É claro que cada empreendimento tem seu padrão de acabamento e é necessário saber quanto se pagou e o que se esta recebendo;
* cerâmicas de diferentes tonalidades não são tão incomuns, todavia de modo a evitar transtornos ou atrasos na entrega vale a pena fechar o olho se estas forem ser escondidas por tapetes ou mobília;
*  verificar vidros quebrados ou arranhados, pois a única oportunidade em que se pode reclamar é na vistoria;
* portas e caixilhos arranhados, marcados, manchados, devem também ser apontados em vistorias, pois depois não há como provar que foi entregue com defeito;
* área comum é vistoriada pelo síndico;

    O "Termo de Vistoria" é o único documento em que se pode efetivamente apontar os defeitos na vistoria do imóvel. Deve ser anotado tudo que o profissional que acompanhar a vistoria informar que será reparado. O que for considerado "padrão do empreendimento" dificilmente será revisto.
Vale ressaltar que só se deve receber as chaves do imóvel com os itens de vistoria devidamente corrigidos.

    Não é necessário se preocupar com infiltrações, ou parte elétrica, entre outros, haja visto que existe garantia para estes itens, e, vale a pena se atentar ao recebimento, leitura e compreensão do "Manual do Proprietário". Ele contem informações preciosas da garantia do seu imóvel, informando manutenções necessárias para conservação e principalmente os prazos.

    A vistoria do imóvel é a percepção visual do proprietário em relação a alguma falha ou defeito na qualidade. Não é necessário se fazer acompanhar por um profissional técnico.

    É isso aí... Depois de receber as chaves do seu novo imóvel, é só aproveitar.









Construção sustentável


    Uma edificação ecológica deve ser concebida com alguns itens indispensáveis para cumprir com seu papel de “ambientalmente correto”.
    Criei esta postagem simples e objetiva de forma a orientar quanto ao básico de uma edificação ambientalmente correta:

1 – Preservação ambiental: influenciar o mínimo possível no meio em que será inserida, que esteja de acordo com determinados padrões de impacto ambiental.
“É preciso sempre olhar o meio-ambiente como um fator limitante, interferindo o mínimo possível e fazendo a natureza trabalhar a favor da arquitetura da casa” - Arquiteta e bióloga Martha Nader, da Ecohabitar Arquitetura e Construção.

2 – Uso racional da água: Captação de águas das chuvas. Ao captar a água a obra pode reaproveita-la em torneiras de jardim, vaso sanitário, para lavar calçadas e veículos e ainda resfriar os ambientes. Se não puder captar ou reaproveitar a água das chuvas instale louças sanitárias que usam menos água.

3 – Eficiência energética: Iluminação natural e artificial. A iluminação natural é o fator mais importante para economia de energia. A iluminação artificial deve ser de LED, pois economiza energia e produz menos calor. O uso de sensores de presença também é uma boa pedida. A instalação de placas de energia solar é uma ótima fonte de economia de energia.

4 – Materiais: O mercado da construção civil dispõe de uma série de materiais de plástico, aço, alumínio entre outros, que são frutos da reciclagem. Caso seja indispensável o uso da madeira, que seja de origem de manejo florestal.

5 – Climatização: Ventilação e cores. É indispensável que uma obra sustentável tenha excelente ventilação natural. O ar deve entrar na edificação, circular entre os ambientes e depois sair com facilidade. O uso de brises também reduz a incidência de sol. A cor da edificação deve ser clara, evitando absorver calor e a tinta não deve liberar resíduos tóxicos. Telhado verde que vem sendo amplamente difundido é uma excelente opção. 

Junta de dilatação


     Não é raro encontrar alguém assustado observando uma fissura na parede de um prédio, ou no piso de uma garagem. Logo vem a pergunta: e essa rachadura aqui? Não existe rachadura, e sim uma junta de dilatação.
    Devido as trocas de temperaturas, os materiais se dilatam ou contraem, alguns mais, outros menos. O concreto é um deles. No calor ele expande, e no frio ele contrai. Por isso as estruturas e panos de laje precisam de uma junta de dilatação. Um prédio grande por exemplo, na verdade pode ser “dois prédios” unidos. Um edifício concebido com duas ou mais estruturas separadas.
     Além das trocas de calor, existe também a acomodação das estruturas, que devem ser previamente calculadas para evitar que fissuras possam causar danos a elas.
     É muito normal ver juntas de dilatação em grandes supermercados, pontes de concreto, até em calçadas, onde pode-se observar a utilização de madeira para separar panos diferentes de concreto para evitar fissuras.
     O rejunte da cerâmica – espaço entre elas vulgarmente chamada de “fuga” – nada mais é do que uma junta de dilatação.
    Existem diversas maneiras para se trabalhar uma junta de dilatação, como por exemplo: réguas de madeira, réguas de metal, de plástico e até mesmo isopor. Estas peças promovem a separação (criam um espaço) em materiais como concreto, cimento etc. para acomodar a movimentação.
   Eis aqui uma miniatura que mostra exatamente a função da junta e como deve ser executada:




Vejam algumas fotos abaixo de juntas de dilatação:






Muro de arrimo / contenção / redenção: O que é?


    Graças a Deus o nosso planeta não é plano. Altos e baixos dão forma as nossas cidades, algumas mais acidentadas, outras menos.
    Não é difícil conceber projetos audaciosos em terrenos acidentados, aliás, são neles que tomam forma os mais belos projetos. Mesmo quando o terreno é plano, é possível injetar uma dose de desnível para deixar tudo mais bonito.
    Onde há corte de terreno, ou mesmo quando existe aterro de uma área baixa, é muito importante se preocupar com a contenção. A contenção nada mais é que é uma estrutura de estabilização usada para segurar o chão inclinado no lugar e para evitar a erosão e o movimento do solo, especialmente em atividades na construção civil. Essa contenção pode ser um muro de arrimo (pedras), um muro de concreto armado (concreto + aço) e até blocos especiais criados de agregado e betão, especialmente desenvolvidos para esta função.
    Ao fazer uma contenção, o interessado deve contratar um responsável técnico para elaborar o projeto (normalmente precisa de aprovação na Prefeitura Municipal) e contratar mão de obra qualificada, pois a coisa é séria mesmo.
    Conter significa segurar um solo instável, para evitar deslizamento e desmoronamento de terra. Por esse motivo a estrutura deve prever furos para escoar a água das chuvas e aliviar a pressão ocasionada por ela.
    Antigamente já foi muito utilizado pedras grandes e dormentes de trilhos para esta função.
    Veja algumas fotos interessantes:










Casa anfíbia

Olá pessoal.

    Estava pesquisando na internet e achei este projeto, cuja ideia me chamou a atenção e admiração.
     Enchente sempre foi um problema em nosso país, não obstante, até cidades altas sofrem com esse problema.
    Sempre imaginei um projeto de uma casa imune a enchente, mas nunca pensei em alguém que ousasse realizá-lo. 
     A ideia britânica baseia-se em uma edificação leve, fixa em quatro pilares de concreto e espuma que fazem-na flutuar como um barco.
     Apesar das limitações de tamanho e peso típicas de um novo projeto, creio que ao aplicá-lo em grande escala melhorias possam transformar a ideia inicial em algo mais adaptado as necessidades reais de uma residência comum.

 Veja a reportagem completa em: