Maneiras de dividir ambientes sem perder iluminação.

      Aproveitar a claridade natural, integrar ambientes ou simplesmente conseguir um efeito cenográfico – são muitas as funções da transparência na arquitetura.
      
      A Revista Arquitetura e Construção edição de Junho vem com uma matéria muito interessante sobre:


Sete jeitos de usar vidro e outros
materiais transparentes



       “As pessoas estão mais sensíveis a propostas que envolvam Transparência”, observa o arquiteto Valério Pietraroia, do escritório paulista NPC Arquitetura. Essa tendência está de acordo com as novidades em matérias-primas. O policarbonato tem conquistado fãs graças a seu manuseio simples. “E a tecnologia fez com que os vidros também passassem por uma evolução. Hoje, só o fechamento transparente não basta – é preciso oferecer valor agregado, como isolamento termoacústico e segurança”, revela Elisabeth Abduch, arquiteta e consultora especializada em vidros.
       Escolhi os quatro mais usuais e interessantes para compartilhar com vocês! Aproveitem...

      


"Para dar ênfase à parte social desta casa, que tem um living extenso, um painel de vidro curvo de 22 m de comprimento contorna o ambiente e permite a entrada generosa da luz natural. No centro, o desenho abraça a obra de arte de Artur Lescher", conta o arquiteto Ruy Ohtake, de São Paulo, autor do projeto. Três aberturas laterais dão passagem para o jardim. Trabalho da Penha Vidros. 








O efeito artístico deste painel (1,75 x 2,50 m) foi obtido com fitas brancas adesivadas na instalação 
entre duas placas de vidro temperado iguais, que formam um sanduíche com 20 mm de espessura. "Como o ambiente social deste apartamento é amplo, pensamos em criar divisórias, mas sem impor barreiras visuais. O elemento translúcido integra os espaços", conta Patricia Anastassiadis, arquiteta de São Paulo responsável pela ideia. Trabalho da Comovil.




Para aproveitar a vista da mata nativa ao redor desta casa, o arquiteto Frederico Zanelato, de são Paulo, investiu nos cobogós de concreto (Facital) recheados de vidro comum de 3 mm de espessura. "Como os elementos vazados já possuem rebaixo, assentamos as placas com massa de vidraceiro. Depois pintamos as peças com tinta acrílica branca", revela o profissional. o rejunte entre elas foi frisado com o auxílio de uma placa de madeira e um prego.




Recursos usados em frigoríficos serviram de referência a este projeto do estúdio paulistano superlimão. "Queria aproveitar a luminosidade da área de serviço sem dificultar a passagem para o espaço de cerca de 2 m². Para deixar a ideia mais moderna, escolhemos a cortina colorida de pvc, que segue o estilo daquelas utilizadas em câmaras frias", conta o arquiteto Lula Gouveia. No alto, um trilho com grampos fixado diretamente na laje prende as faixas de 2,80 x 0,20 m (Initron plásticos).



"As informações e fotos desta postagem foram extraídas da Revista Arquitetura e Construção (Editora Abril) do mês de Junho"

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